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AUTOMOTIVAÇÃO


Um bom profissional, não é feito só de conhecimento técnico, mas de habilidades e competências que não se aprende nos bancos escolares, se desenvolve com a experiência. E é interessante que estas competências são úteis para todos os profissionais.
 
Uma dessas habilidades é a inteligência emocional, que entre outras coisas envolve a automotivação (ou seja, motivar a si mesmo). Essa habilidade não é importante somente no ambiente corporativo mas, em todos os campos da sua vida.
 
Por que a automotivação é importante? 
De maneira bem simples, eu diria que é para o bem da sua saúde, para que você permaneça trabalhando com alegria e tenha vontade de acordar todos os dias de manhã e ir para seu trabalho.
 
Porque é necessário desenvolver esta habilidade? 
Uma das razões é porque nem sempre somos reconhecidos como deveríamos ou esperávamos. Nesses casos, não desanime! Lembre que nem Jesus agradou a todos… e se você olhar bem a sua volta, garanto que encontra alguém em situação pior… alguém desempregado por exemplo.
 
automitivaçao
 
 
 
Trabalhar automotivado aciona um grande poder de realização. Porque é mais fácil criar; é mais fácil fazer o que precisa ser feito aqui e agora; é mais fácil espalhar entusiasmo. Apenas uma pessoa trabalhando automotivada já contagia muita gente à sua volta, gerando resultados sinérgicos.

Quando uma empresa tem várias pessoas agindo assim seguramente se mantém na liderança. Há inúmeros exemplos comprovando isso. Afinal, quem faz diferença nas empresas são as pessoas — e quanto mais automotivadas, mais benefícios agregam aos colegas, aos fornecedores, aos clientes, aos acionistas e até mesmo aos familiares e à comunidade.

Por que essa equação que parece tão simples, ainda hoje é um grande desafio para muitas empresas?

As causas são complexas, mas vou me ater a aspectos que mobilizam altos investimentos financeiros, mentais, emocionais e geram resultados apenas instantâneos. Boa parte das lideranças não entende que o motivo para ação de hoje não é o mesmo de 30 anos atrás. Podem até estar conscientes que motivação quer dizer motivo para a ação . Porém muitos líderes continuam motivando equipes baseando-se em velhos paradigmas do tipo toma-lá-dá-cá ou do tipo ausências de punição . É fácil reconhecer esse estilo de liderança motivadora. São pessoas que se dedicam quase que exclusivamente a criar mirabolantes promoções para atingir metas. Aos vencedores tudo: bônus, títulos, brindes – e mais metas desafiadoras! E sempre coroado por eventos caríssimos, enquanto duram os bons resultados empresariais. Basta virar a maré e o discurso muda para motivações do tipo: ainda bem que estamos empregados! Vocês não imaginam o esforço que estamos fazendo para segurar todo mundo, mas se a situação não mudar… É claro que quando todas as ações motivadoras não geram melhores resultados, ele, o líder, põe a culpa na sua equipe, no mercado. E a automotivação resulta em salvar a própria pele.

 A motivação é a mais antiga e permanente preocupação dentro das organizações, mas outra ação equivocada é quando ela é decidida de cima para baixo e realizada de fora para dentro. Quando os líderes resolvem fazer alguma coisa, optam por algum evento formatado, quase sempre, de maneira antiga. Ok, convenções, eventos e ações motivacionais são importantes, necessárias, mas precisam ser estruturadas de maneira integrada, orgânica; não compartimentada, e não por prioridades que começam sempre com um assunto espinhoso, passam por outros temas enfadonhos para, finalmente, desaguar para o engraçado, o lúdico – a palestra motivadora.

 E não dá para acreditar que apenas um evento seja suficiente para motivar o pessoal durante todo o ano. Hoje a carga de informações é tão grande que um evento ocorrido em fevereiro vira uma vaga lembrança alguns meses depois. Não estou sugerindo mais eventos, mas propondo uma nova postura das lideranças no dia-a-dia com suas equipes. As ações motivacionais devem estar presentes todos os dias. Para isso acontecer em plenitude os líderes precisam aprender a se conhecer – o que fazem de bom e o que fazem de ruim (mais difícil de aceitar)— pois só assim também conhecerão mais profundamente suas equipes e suas verdadeiras motivações.

Atualmente quem necessita de contínuo treinamento são os líderes, para se alinharem com mais facilidade às exigências do terceiro milênio. “Quando você muda, tudo à sua volta muda”. As mudanças são sempre de dentro para fora — se os líderes mudam atitudes, ampliam compromissos, isso já impactará nas equipes, sejam compostas por subordinados diretos ou indiretos. Por que, de fato, ninguém motiva ninguém de fora para dentro. É uma falsa motivação – superficial. Hoje, se busca ação motivacional mais profunda nos treinamentos, para despertar a automotivação E para ser automotivado há a necessidade de alinhar a alma, o coração e a razão. O que faz está alinhado com seu propósito de vida? Onde de fato seu trabalho agrega valor e gera entusiasmo? São perguntas importantes para serem respondidas e que ampliam significativamente resultados profissionais, pessoais e repercutem positivamente nos negócios, na família e na sociedade. Sabe por que? Trabalhar automotivado aciona um grande poder de realização – nas lideranças e equipes.

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