SEJAM BEM VINDOS! A terra é uma só. A humanidade é uma só. A FELICIDADE é uma só.


A busca pela felicidade normalmente é associada à independência financeira. E, com isso, torna-se cada vez mais comum vermos pessoas dedicando horas a mais na empresa ou trabalhando aos fins de semana para assim garantir uma renda extra no fim do mês.

Mas somente o dinheiro é responsável pela satisfação de alguém?

Segundo a psicóloga e psicopedagoga Elaine Regina Coimbra todos temos objetivos, sejam eles grandes ou sutis, e o dinheiro pode ser um diferencial na conquista deles, pois facilita e proporciona oportunidades e atende às nossas necessidades diárias. Mas não deve ser considerado uma prioridade.

Devemos reconhecer sua importância, no entanto, os valores que temos devem sobressair. “Afinal, a felicidade não está na quantidade de dinheiro acumulada, mas sim no uso que fazemos dele em prol de nossos sentimentos, desejos e das pessoas com quem compartilhamos nossa vida”, diz ela.

Embora estejamos vivendo em uma sociedade capitalista onde os valores se inverteram e o ter é mais importante do que o ser, não devemos seguir esta linha de pensamento. “O dinheiro deve ser capaz de nos propiciar alguns prazeres e satisfação de necessidades”, afirma Elaine. “Se para sermos vistos pela sociedade é preciso ter pertences e visitar lugares, não terá dinheiro que renda”, completa.

Ela ressalta que podemos fazer muitas coisas prazerosas sem depender de dinheiro. “O homem está cada vez mais individualista e esta perda de contato acaba por ser completada com compras e gastos”, avalia. “Isso é prazeroso em um primeiro momento, mas logo já não surte mais efeito”, alerta.

A compulsão por trabalho, aliás, pode esconder algo como uma fuga de uma situação conflituosa, dificuldades em casa ou na vida social. “Faça uma avaliação de como anda cada aspecto da sua vida, onde estão as dificuldades, como está distribuindo o tempo, para assim saber as áreas que precisam de maior atenção”, orienta Elaine.

E como ninguém é de ferro, tenha algumas horinhas do dia livres. A psicoterapeuta descreve que algumas pessoas preenchem seu tempo com uma atividade principal – nesse caso o trabalho – e se esquecem do todo e de que também precisam descansar, se divertir e ter um tempo para pensar ou fazer coisas diferentes.

“O homem é um todo integrado e, quando focamos apenas em algo, tendemos ao desequilíbrio. As consequências desse ato podem não aparecer imediatamente, mas sim com o tempo. Para estarmos bem precisamos nos preocupar com o corpo, psicológico e também social”, ensina.

Sendo assim, é necessário encontrarmos um meio termo entre a vida profissional e pessoal, ou seja, o que definimos de objetivos pessoais devem ser contemplados com essa atuação profissional e vice-versa. “Quanto não há essa possibilidade a pessoa entra em conflito e por um tempo uma prevalecerá sobre a outra até o momento em que não é mais possível manter essa situação”, assegura.

Fatalmente, as emoções influenciam o nosso desempenho profissional, assim como o profissional irá de alguma forma influenciar a vida familiar e pessoal. “Trabalhe em um lugar onde você se identifique e ganhe dinheiro. Porém, reserve uma parte dele para estar com quem você ama. Compartilhe também com essa pessoa um pouco do que você tem, do seu tempo, dos seus ganhos, dos seus gostos, dos seus desejos”, recomenda

Texto: Vila Mulher

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