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Opressão Espiritual é caracterizada pela atuação demoníaca sobre as pessoas sem que os demônios dominem completamente suas mentes ou possuam os seus corpos, define Fernando Fernandes, teólogo batista.

Um assédio exercido pelo demônio contra a pessoa induzindo-a, pela tentação ou pela indução, a posturas existenciais e a atitudes e reações emocionais malignizadas.

A opressão espiritual, ou opressão maligna, dá ao opresso a idéia de que sofre enfermidades graves ou incuráveis, sem causa aparente ou comprovada, podendo também levar a pessoa a apresentar distúrbios emocionais ou comportamentais identificados nas reações psicossomáticas ou pela obsessão em relação à determinada questão.

Conforme Caio Fábio, a opressão espiritual geralmente se manifesta com os seguintes sintomas:

a) Mania de perseguição semelhante, porém mais séria e mais psicologicamente distorcida, do que a apresentada em uma esquizofrenia. Opressos têm a sensação serem vigiados o tempo todo, outros chegam a sentir mãos apertando o peito quando se deitam para dormir, e outros declaram ver vultos, ouvir passos no telhado ou em cômodos vazios da casa, à noite ou durante o dia. Há pessoas, principalmente do sexo feminino, que têm a nítida sensação de estarem sendo observadas com lascívia quando entram em banheiros ou outros locais isolados.

b) Sexualidade distorcida e exacerbada. São pessoas que têm taras sexuais doentias, numa perspectiva ética e moral cristã, ou transtornadas, de acordo com uma classificação mais comum á área de conhecimento da psicologia, tais como sado-masoquismo, pedofilia, zoofilia, pornografia, swing, mixoscopia e outras distorções da sexualidade humana.

c) Fobias irracionais. Os demônios, espíritos maus, oprimem a pessoa com um medo doentio e irracional que paralisa e acorrenta a pessoa na indecisão, na prevenção ou na timidez, não permitindo que ela consiga superar desafios existenciais, espirituais, profissionais, relacionais e intelectuais. É medo de escuro, de altura, de ser derrotado ou de vencer. É medo de feitiçaria, de macumba e de seres espirituais. Há ocasiões em que se impõe o medo de viver, induzindo a pessoa ao suicídio.

d) Ódios, mágoas e ressentimentos não superados e encastelados no coração, que são remoídos e que vão corroendo os relacionamentos até que seja gerado o desejo de vingança. Casos de possessão demoníaca iniciam na opressão ocasionada pela fomentação do sentimento homicida.

e) Doenças infundadas e sem causas somáticas comprováveis. Dor de cabeça, dor na coluna, tonturas, tremedeiras, desmaios e outras enfermidades para as quais os médicos não vêem causas e os medicamentos não têm eficácia. São doenças espirituais e a cura para estas doenças é exclusivamente em oração, a partir da libertação. Em casos mais sérios a opressão pode ser a causa de cegueira, de atrofias, de paralisias, de surdez, de demência, de tumores ou de outras enfermidades mais graves que até são comprovadas, mas que não respondem positivamente ao processo terapêutico. Exemplos disto são verificados nos registros bíblicos (Mateus 17.14-21 e Lucas 13.10-17)que mostram claramente a epilepsia do garoto e a cifose da mulher como manifestações de opressões demoníacas.

f) Desânimo para a vida e postura maníaco-depressiva constante. São pessoas que sofrem da “complexo de hardy”, que durante todo o tempo murmura “ó dia, ó céus, ó vida”. Nada está bom. Nada agrada ou satisfaz. São pessoas que sofrem de um mórbido desânimo em relação à existência; a vida que levam; ao trabalho que realizam; ao salário que recebem; ao casamento; aos filhos; a casa em que moram; aos bens que adquiriram;

A Opressão e a Obsessão

Muitas vezes a pessoa opressa tem condições de optar pela libertação, mas a pessoa obcecada fica tão iludida que acredita estar fazendo as coisas da maneira correta, não desejando a libertação. O opresso quando tomado por obsessão não percebe a necessidade de libertação e pode se tornar uma vítima voluntária do demônio ou Satanás ou qualquer outro ser das trevas que a pessoa acredite, permitindo-se à perpetuação da ilusão maligna em sua vida.

A obsessão decorrente da opressão não é um estado de possessão consolidado, mas é uma reação bem mais perigosa e arriscada do que a opressão que a desencadeia. Quando a pessoa chega ao estado de obsessão, para efeitos práticos, está mentalmente perturbada. Tal perturbação psicológica pode ser mascarada por uma neurose ou por uma paranóia acentuadas, que colocam a sanidade da pessoa sob suspeita.

Um caso clássico de opressão maligna que desembocou em obsessão diabólica é o do rei Saul, narrado na Bíblia em 1 Samuel capítulos 18 a 28: tudo começou com o ciúme, passando pelo temor, gerando a inveja que detonou a ira homicida, e terminando numa forma branda de possessão, caracterizada pela procura da feitiçaria para a prática da necromancia.

“Há apenas um Deus, o conhecimento, e um demônio, a ignorância”

(Sócrates)

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