Não coloque a culpa em Deus pela sua infelicidade
Se algo de errado lhe aconteceu na vida, não diga que foi “vontade de Deus”.
Não!
Deus quer apenas nosso bem e nossa felicidade, e nos dá os meios de sermos felizes.
O mal que vem sobre nós é resultado de nossos erros do passado, de nossa ignorância.
Faça em seu redor uma sementeira de bondade e de perdão, para que amanhã possa colher os frutos da paz e da felicidade.
Texto: Minutos de Sabedoria
Seja como as crianças, mas não seja infantil.
“Se não vos transformardes e não vos tornades como crianças….”
Mateus 18:3
Algumas pessoas relutam em agir de forma emocional porque a consideram uma atitude infantil. No entanto, existe uma diferença entre ser infantil e ser como as crianças.
Ser infantil é ser imaturo e recusar-se a a assumir responsabilidade e ao mesmo tempo ser capaz de entregar-se às emoções. Jesus atribuía uma grande importância ao fato de sermos crianças.
Ser infantil exige pouco esforço, mas é preciso forçar para nos abrirmos às emoções como fazem as crianças. Jesus sempre teve uma noção muito clara dos limites e permaneceu consciente das consequencias das suas emoções. Isso fazia que as pessoas se sentissem próximas dele, enquanto que seu senso de responsabilidade confiável as fazia sentir-se seguras em sua presença.
Conclusão: os atos infantis afastam, enquanto que as ações próprias das crianças atraem.
Após sacolinhas, São Paulo discute proibir caixas de papelão
A utilização das caixas de papelão nos supermercados pode estar com os dias contados. A Câmara Municipal de São Paulo discute um projeto de lei que proíbe a reutilização dessas embalagens para transportar as compras.
A alegação é que há risco de contaminação.
Como o consumidor poderá ter certeza de que aquela caixa de papelão não foi contaminada?”, disse o autor do projeto.
Nessa segunda-feira, 14, a proposta foi discutida em audiência pública na Câmara Municipal. Houve maciça presença do lobby a favor das sacolas plásticas. A única voz contrária à proibição das caixas de papelão foi do arquiteto Vital de Oliveira Ribeiro Filho, da Divisão de Meio Ambiente do Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo (CVS-SP). “A tese de contaminação alimentar é frágil. Os níveis de contaminação das caixas são baixíssimos.
Os balcões, embalagens e até nossas mãos possuem mais bactérias”, explicou.
O projeto vai tramitar agora pelas comissões de Administração Pública, Saúde e, por último, Finanças e Orçamento. “Ele pode ser aprovado nas comissões sem necessidade de ir a plenário, depende dos vereadores”, disse Chagas. Procurada pelo JT, a Apas (Associação Paulista de Supermercados) não respondeu.
ESTUDO
Estudo feito pela empresa Microbiotécnica, a pedido da Plastivida (Instituto Socioambiental dos Plásticos), apontou que 80% das amostras de caixa de papelão apresentavam coliformes totais, 62%, coliformes fecais e 56%, E.coli, além de fungos, bolores e leveduras. Já nas sacolas plásticas analisadas não foi encontrada a presença de coliformes, enquanto que 58% das sacolas retornáveis de pano tinham coliformes totais.
Fonte: Estadão
São Paulo pode ter, em breve, lei contra fila em caixas

Já são vigentes, em algumas cidades brasileiras, leis que multam hiper e supermercados por longas esperas nas filas dos caixas. O município de Araraquara, no interior de São Paulo, foi o último a adotar a norma, em abril deste ano, enquanto Campina Grande e João Pessoa, na Paraíba, adotaram o procedimento há mais tempo.
Os limites de espera variam conforme a cidade e o período do mês: vão de 20 minutos até 50 minutos, com tolerância maior para feriados, vésperas e dias de liquidações. O valor das multas também oscila de acordo com o município, de R$ 400 até R$ 6 milhões em casos mais graves.
Em cada cidade, as leis possuem peculiaridades próprias. Em Araraquara, é exigido um percentual mínimo de caixas funcionando conforme o tamanho do estabelecimento. Já em Campina Grande, onde a lei também vale para lojas de departamentos e agências bancárias, os comerciantes ficam obrigados a oferecer água e banheiros gratuitamente aos consumidores.
Na cidade de São Paulo, há projetos similares tramitando na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa. O primeiro estipula em 20 minutos o limite máximo para as filas, multando em R$ 300 o estabelecimento que descumprir a norma. Já o segundo prevê espera máxima de 10 minutos em dias de movimento normal e 20 em dias mais agitados. Este também é válido para agências bancárias, aumentando em 10 minutos o limite para estes locais.
A Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) fez, por meio de um ofício, manifestação formal contra a iniciativa da Câmara Municipal. Para Fernando Marçal Monteiro, assessor jurídico da entidade, projetos como este desconsideram problemas como a lentidão dos próprios consumidores para achar o cartão de crédito, por exemplo.
Fonte: Folha de S. Paulo
Stress o mal do século
A palavra Stress tem origem no idioma inglês e relaciona-se a ideia de pressão. O uso deste termo, associado as questões de saúde física e mental, por outro lado, está ligado historicamente a 1ª Guerra Mundial (1914-1918). Neste grande conflito armado, soldados de ambos os lados (Tríplice Aliança x Tríplice Entente), ficaram durante meses estacionados em trincheiras, sujeitos a ataques inimigos, ao lançamento de bombas e granadas, tiroteios diários, as intempéries e variações do clima (que iam do calor escaldante do verão ao rigoroso inverno europeu), a doenças, ao contato com ratos e outros bichos, a fome, a doenças variadas… O término da guerra e o retorno para casa fez com que surgisse a imediata associação entre as condições de extrema pressão sob a qual viveram os soldados e as neuroses e demais psiquismos que apresentavam depois de findo o conflito.
Todo o nervosismo e tensão da guerra, aos poucos foi sendo também sentido por expressivas parcelas da população no novo cotidiano que se estabeleceu a partir do século XX. Grandes e médias cidades foram se desenvolvendo. Produção industrial ininterrupta. Comércio com os quatro cantos do mundo. Necessidade de ampliar negócios e lucros. Alta rotatividade das pessoas, indo de um lugar para outro, mudando a perspectiva de vida local que existia anteriormente para uma realidade global. Competição acirrada entre as empresas. Trânsito e demais vias de deslocamento cada vez mais lotadas. Alimentação na rua. Famílias em segundo plano… Todos estes aspectos, em intensidade nunca antes vivida pela população do planeta, passaram a ser diariamente realidade para a maioria da população. Com isso, o Stress foi se consolidando, dia após dia, como o mal do século (e continua assim após a virada para o 3° milênio, com a entrada do século XXI).
A necessidade de conseguir mais dinheiro, atingir níveis de conforto e status social e material elevados, manter-se num bom emprego, trabalhar em dois ou mais lugares para conseguir melhor rendimento, prover a família com bens materiais cujo consumo é estimulado pela mídia, competir com outros por melhores oportunidades profissionais, viver a maior parte do dia no trabalho e longe da família, alimentar-se de forma irregular e desequilibrada e o sedentarismo, entre outros fatores, constituem elementos que certamente encaminham alguém para o stress.
São características marcantes que evidenciam o surgimento do stress na vida de uma pessoa: dores de cabeça cada vez mais frequentes, nervosismo, mau humor, cansaço, dores no corpo, insônia, úlceras, aceleramento cardíaco, descargas excessivas de adrenalina, depressão, tristeza…
O advento do novo milênio e o surgimento de tantas tecnologias que impactaram a existência das pessoas que, a princípio, poderiam dar a impressão de que a vida iria ficar mais fácil, acabaram tornando ainda mais tenso o cotidiano de milhões de pessoas em todo o mundo. Não há mais possibilidade de se desligar do mundo, em qualquer lugar do planeta é possível ser encontrado. Telefones celulares, computadores pessoais e a internet acabaram com qualquer tipo de barreira e, com isso, fizeram com que qualquer indivíduo possa ser acessado sem nenhuma dificuldade.
Um jovem executivo, por exemplo, contava todo feliz para alguns amigos que havia acabado de receber da empresa multinacional em que trabalhava um novíssimo aparelho de telefonia celular, modelo smartphone, cujo valor era equivalente a mais de 1 mil dólares. Um dos seus interlocutores, ainda estudante, com 16 anos, disse-lhe então: “Como ficou barato para a empresa na qual trabalha fazer com que você esteja a disposição deles 24 horas por dia, não é mesmo?”. Referia-se ao fato de que, com tal recurso, ele poderia receber ligações, torpedos ou e-mails a qualquer momento do dia, inclusive em suas horas de descanso e lazer…
Quem aguenta esta carga brutal de trabalho, cobrança, alimentação desregulada, falta de exercícios e cuidados com o corpo e distância da família? Estão aí, como se percebe, os fatores que levaram o stress a ser considerado o mal do século e o principal fator de doenças e mortes em vários países do mundo, como os Estados Unidos e o Brasil, por exemplo.
O que fazer? É preciso rever suas prioridades. Refazer o mapa de sua vida. Escolher uma vida mais simples. Diminuir o ritmo. Dar mais tempo para a família. Guardar horários para cuidar de si, fazendo exercícios e mantendo uma boa alimentação (além de visitar com regularidade os médicos para averiguar sua saúde). Permitir-se o lazer. Trabalhar para viver e não o contrário…
Depois de uma crise de apendicite, gerada por trabalho excessivo, que o levou para a mesa de cirurgia, o jovem profissional voltou ao médico para uma nova consulta. Ia tirar os pontos e verificar o que deveria fazer para evitar novos problemas. O médico então lhe disse: “Sei que você, como qualquer outra pessoa, não pode deixar de trabalhar. É preciso, no entanto, que diminua o ritmo para cuidar melhor de sua saúde. Para tanto, pratique esportes ou algum tipo de atividade física, alimente-se melhor e, não tenha tanta pressa. Se tem compromissos importantes, programe-se com antecedência para não ter que ficar correndo para lá e para cá, subindo apressadamente as escadas… Crie um ritmo mais cadenciado para sua vida.”
As pessoas estão resolvendo o problema tendo que optar entre, muitas vezes, uma conta bancária mais recheada ou uma vida mais modesta e, para a surpresa de tanta gente, a opção pela segunda alternativa está sendo cada vez maior. Menor endividamento, distância dos grandes e médios centros urbanos, opção por uma vida marcada por menor necessidade material (refutando o que lhes é acentuadamente oferecido pelos meios de comunicação de massa), tempo para brincar com os filhos, superar o sedentarismo, alimentar-se melhor, ir ao cinema, ouvir música, ler livros…
Afinal de contas, você quer ou não viver mais tempo? A decisão é sua…
Por João Luís de Almeida Machado
Membro da Academia Caçapavense de Letras
O mal nasceu da inveja. O mal é a morte. Por isso a inveja mata.
A inveja é a confissão da incapacidade.
O Que é a Inveja?
Porque sabia que por inveja o tinham entregado Mt 27:18
Por inveja mataram Jesus Mt 27:8
A Inveja e o olhar
Inveja, caminho dos maus
Elimine a Inveja
Deus o abençoe!
A felicidade
A felicidade tão almejada independentemente de credo ou ideologia, hoje tão distante de se alcançar, é o reflexo de um mundo conflituoso, cheio de ódio, ambições e violência.
Numa entrevista realizada pela televisão russa nas ruas de Moscou, entre as várias perguntas formuladas, uma merece destaque pela unanimidade das respostas: “Qual o seu sonho?”. “Ser feliz”.
A felicidade tão almejada independentemente de credo ou ideologia, hoje tão distante de se alcançar, é o reflexo de um mundo conflituoso, cheio de ódio, ambições e violência, em que a razão dá lugar à discórdia e ao embrutecimento.
Reunidos na França, na abadia de Royaumont, filósofos, economistas, sociólogos e historiadores de todo o mundo, detiveram-se na discussão das questões mais importantes que a humanidade enfrenta, a partir da publicação do livro “Que Futuro espera a Humanidade?”, versando sobre a fome e o desemprego, atingindo dois terços da população da terra, e as alternativas dos sistemas de governos, capitalismo e socialismo.
Sendo sistemas antagônicos, são modelos econômicos fragilizados nas resoluções das questões peculiares que afligem os povos: fome, violência, miséria, prostituição, desemprego, são frutos de uma política econômica delimitada “onde as mazelas sociais são decorrentes da própria natureza da economia, cujo objetivo é a busca imediata do lucro”.
Baseados em tais argumentos, estudiosos chegaram a uma suposta conclusão: o surgimento de uma sociedade em que a maioria das pessoas vagaria sem qualquer utilidade ou ocupação, sem obter nenhuma renda, formando o grupo dos excluídos, enquanto que uma minoria elitizada com renda altíssima comandaria as máquinas. É a resultante de uma política econômica de concentração de renda e de alta competitividade, chamada de globalização.
Hoje, vivemos num pagadigma sistêmico em que o cenário global é ditado por uma nova ordem social, que é a evolução acelerada do conhecimento humano, modificando hábitos e costumes. A felicidade é um estado de espírito que se conquista, não se compra. Independentemente de forma ideológica e sistemas governamentais, ela está presente entre todos os mortais.
Texto: Jornal do Leitor
























